Luanda acolheu, na Tenda da Marginal, uma conferência que assinala os 50 anos da presença de Angola em organismos multilaterais, como a Organização da Unidade Africana (OUA), a União Africana (UA) e a Organização das Nações Unidas (ONU). O evento reuniu diplomatas, governantes, jornalistas e académicos para revisitar o percurso internacional do país desde a independência e reflectir sobre o seu papel crescente no cenário global.
Durante a conferência, o Ministro das Relações Exteriores, Teté António, sublinhou que a celebração representa um momento de reflexão sobre a trajectória diplomática de Angola e os desafios que se colocam para o futuro. O governante recordou que, ao longo destas cinco décadas, o país alcançou marcos relevantes no plano internacional, destacando a presidência da União Africana e a participação activa no Conselho de Paz e Segurança da organização.
Por sua vez, o embaixador de Angola na Etiópia e representante permanente junto da União Africana, Miguel Bembe, destacou que o percurso internacional de Angola foi construído com base numa diplomacia activa, sustentada por determinação política e pelo compromisso com a cooperação multilateral, factores que contribuíram para o reconhecimento do país em instâncias como a ONU e a União Africana.
Em declaração á imprensa, o Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Augusto da Silva Oliveira, atribuiu particular destaque ao papel da comunicação social na preservação da memória histórica e no fortalecimento da diplomacia nacional. Segundo o governante, os jornalistas têm sido actores fundamentais no registo e na divulgação dos momentos marcantes da história do país.
“O progresso de Angola resulta de uma diplomacia activa ao longo da sua história, desde a independência até ao desenvolvimento actual. Os jornalistas têm desempenhado um papel essencial ao registar e divulgar os momentos históricos do país. A paz é a nossa maior conquista nacional e constitui a base para o desenvolvimento”, afirmou.
A sessão culminou com a inauguração de uma exposição fotográfica dedicada à entrada de Angola na OUA e na ONU, um momento simbólico que recorda os primeiros passos do país na diplomacia multilateral. O acto foi assinalado com o corte da fita pelo ministro Teté António, seguido de uma fotografia de família com os participantes, marcando a celebração colectiva de meio século de presença internacional de Angola.
Durante a conferência, o Ministro das Relações Exteriores, Teté António, sublinhou que a celebração representa um momento de reflexão sobre a trajectória diplomática de Angola e os desafios que se colocam para o futuro. O governante recordou que, ao longo destas cinco décadas, o país alcançou marcos relevantes no plano internacional, destacando a presidência da União Africana e a participação activa no Conselho de Paz e Segurança da organização.
Por sua vez, o embaixador de Angola na Etiópia e representante permanente junto da União Africana, Miguel Bembe, destacou que o percurso internacional de Angola foi construído com base numa diplomacia activa, sustentada por determinação política e pelo compromisso com a cooperação multilateral, factores que contribuíram para o reconhecimento do país em instâncias como a ONU e a União Africana.
Em declaração á imprensa, o Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Augusto da Silva Oliveira, atribuiu particular destaque ao papel da comunicação social na preservação da memória histórica e no fortalecimento da diplomacia nacional. Segundo o governante, os jornalistas têm sido actores fundamentais no registo e na divulgação dos momentos marcantes da história do país.
“O progresso de Angola resulta de uma diplomacia activa ao longo da sua história, desde a independência até ao desenvolvimento actual. Os jornalistas têm desempenhado um papel essencial ao registar e divulgar os momentos históricos do país. A paz é a nossa maior conquista nacional e constitui a base para o desenvolvimento”, afirmou.
A sessão culminou com a inauguração de uma exposição fotográfica dedicada à entrada de Angola na OUA e na ONU, um momento simbólico que recorda os primeiros passos do país na diplomacia multilateral. O acto foi assinalado com o corte da fita pelo ministro Teté António, seguido de uma fotografia de família com os participantes, marcando a celebração colectiva de meio século de presença internacional de Angola.
